quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Vídeos interessantes!

sobre a historia da televisão, sua evolução entre outros assuntos relacionados.:
http://www.youtube.com/watch?v=jQbN2o7hImw



guias básicos para a produção de vídeos:


http://www.revistawindowsvista.com.br/node/610

O homem se retribalizou

Observando as colocações anteriores, pensamos nas afirmações de Antonio Rubim no que diz respeito à "explosão dos meios de comunicação”. Embora voltadas para o meio televisivo, não deixam de apontar para questão de relações sociais, pois, como pontua este autor, a TV retribaliza o homem. O desenvolvimento da linguagem fez com que o homem se organizasse em tribos para se relacionar, mas  o advento da escrita fez o ser humano se destribalizar passando a ser um ser mais individual. Contudo, o surgimento da TV retribalizou o homem que voltou a se unir através das imagens. Assim a linguagem saiu do individual e passou a ser universal  seduzindo as pessoas. Rubin também traz outro conceito que mostra a importância da mídia: o de "Idade Mídia”, Assim ele relata que houve a época Idade Média e hoje vivemos na "Idade Mídia" que de acordo com o autor, os meios de comunicação, mais precisamente a televisão, estão incorporados à infra-estrutura da sociedade sendo fundamentais para o desenvolvimento, inferindo para o bem ou mal, enfim trazendo transformações às esferas sociais.

PORQUE A GENTE É ASSIM

         


     Um estudo realizado com 8 mil brasileiros de 11 estados e divulgado em outubro de 2010 pelo IBOPE MÍDIA comprova que as redes sociais viraram uma paixão nacional. Em  Florianópolis, por exemplo 82% dos entrevistados afirmaram acessar  esse tipo de site, e mais da metade (54%) garante se sentir menos solitário quando está conectado. Ainda segundo o Ibope, cada brasileiro que faz uso desse tipo de serviço conta com 273 nomes na sua lista de amigos. Dados do instituto de pesquisas Nielsen assinalam que mais de 75% do 1,7 bilhão de pessoas com acesso à internet no mundo freqüentam as redes sociais.
            Afinal, por que, mesmo diante dessa insegurança em relação ao futuro de sua imagem e dados na web ou da possibilidade do uso de informações por empresas ou pessoas de má fé, cada vez mais pessoas escancaram sua vida na net? 
     Ao buscar explicações para essa exposição excessiva, cientistas e pesquisadores afirmam que estamos vivendo uma era em que parece ser permitida uma expressão mais livre, e que por ser recente, ainda esta desnorteada.  " Com um perfil em uma rede social, alcançamos o que, há 15 anos, só era possível para quem aparecia na tv ou nos jornais", diz o sociólogo carioca Andre´Lemos, mestre em política de ciência e tecnologia pela universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)  e doutor em sociologia pela universidade de Paris. É o que ele chama de autoexposição. " Temos ferramentas para colocar tudo a vista facilmente, para formar uma identidade visível, o que é bom para criar e reforçar comunidades.         

  Fonte: Revista GALILEU de Novembro de 2010.



     

A convergência midiática e o papel da televisão

A televisão é um meio de comunicação que está hoje no centro da vida doméstica como meio de entretenimento e fonte de informação permanente para toda a família, informando adultos e crianças sobre os mais diferente aspectos do mundo que os rodeiam
Os alunos estão mais expostos aos conhecimentos que a televisão proporciona que àqueles advindos da escolaridade ou das relações familiares. Por meio desse recurso eles entram em contato com diferentes conteúdos e encontram estímulos para criar novas relações entre temas já conhecidos. O que vêem vai ganhando sentido, transformando-se em aprendizagens significativas incorporadas à realidade cotidiana.
Permeada por diversas mediações, a relação entre as mídias e as pessoas não ocorre igualmente, cabendo às instituições educativas o fortalecimento desta. O professor, por sua vez, não pode ignorar este fato. Deve, pois, reconhecer e integrar o conteúdo veiculado pela televisão às suas aulas. Programas televisivos podem ser usados para compor a ação pedagógica do professor.
Nesta medida, a televisão, assim como outros recursos tecnológicos, deve ser utilizada como mais uma ferramenta eficiente na construção de conhecimentos. É preciso haver diálogo entre a escola e as mídias, tendo o professor como mediador deste processo.
Exige-se, assim, do professor uma preparação e atualização com intuito de fornecer as ferramentas para motivar o aluno e ajudá-lo a produzir seu conhecimento. O professor, neste contexto, passa a ser de fato um organizador de situações de aprendizagem.
O profissional de educação deve, pois, utilizar as mídias como meio para melhorar a qualidade de ensino. O papel do educador é mostrar ao aluno para que serve o conhecimento, fazendo-o enxergar-se como parte do processo de aprendizado.
Na contemporaneidade, educar implica receber criticamente os meios de comunicação. Para isso, a escola deve utilizar a televisão a seu favor. Por este viés percebe-se que esta pode ser uma forte aliada nos processos educativos.
De qualquer forma, positiva ou negativa, os meios de comunicação socializam e educam as crianças. Contudo, as instituições – família e escola – devem estar preparadas para a utilização pedagógica das mídias, promovendo a leitura eficiente de todas as imagens.


Texto extraído do livro:
ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO
(internet, diversidade cultural e tecnologias do poder)
Organizadores:
Nelson De Luca Pretto
Sérgio Amadeu da Silveira

CURIOSIDADES

O uso da palavra " mídia", trata-se de um aportuguesamento da palavra em inglês mass media. Segundo o dicionário inglês Houaiss a palvara mídia entrou para a língia portuguesa apenas em 1960. Portanto, quando estamos utilizando a palavra mídia, estamos nos referindo á difusão de informação em escala massa.
Mas, o que se entende por massa? utilizando como referência intelectuais brasileiros a refletir sobre o fenõmeno midiático, Gabriel Cohn nos diz: que designa ima coletividade de grande extensão heterogênea quanto á origem sociale geográfica dos seus membros e desestruturados socialmente.



Por Albino Canelas Rubin- Em cultura e Atualidade

A diversidade cultural no processo ensino/aprendizagem.

Cada um de nos é composto de personalidade diferente, vem de um contexto familiar econômico e social distinto e somos dotados de valores e concepções diversas e a atenção à diversidade é indispensável para o desempenho do profissional e respectivamente do aluno, visto que cada pessoa aprende de modo individual, aprende por si de acordo com suas características pessoais.
As experiências vividas desde seu nascimento, a forma como o ser aprende e seu ritmo de aprendizado também influenciam na sua forma de captar o que esta sendo ensinado e é a partir dessas observações que o professor aprende como trabalhar com seus alunos e passa a compreender a diversidade existente entre eles.
Entretanto a interpretação dos processos de aprendizagem não funciona em todos os casos porque o próprio professor não compreende a diversidade ou esquece dessa variação no ato de ensinar e se preocupa apenas em ensinar os conteúdos deixando de lado o foco principal que é dar chance a criança de descobrir o mundo ao seu redor e expor suas idéias.
Quando a criança é respeitada em suas diferenças e limitações ela se sente estimulada a desenvolver se em seu aprendizado, ela respeita o outro, respeita a si mesmo e consegue construir seus conhecimentos por ter tido a oportunidade de ser ele mesmo e construir idéias e conceitos próprios.

Luciana Sandes