Como o advento da tecnologia os deficientes passaram a ter aquilo que nunca tiveram ; acessibilidade e com isso a oportunidade de alcançar aquilo que antes era possível apenas para aqueles tidos como “ normais”.
Embora não seja tão recente assim o desenvolvimento de novas tecnologias para auxiliar os deficientes a divulgação e o uso desta sim ,a tecnologia tem a função de inserir o deficiente na sociedade e proporcionar meios para que o mesmo consiga realizar tarefas que antes eram inviáveis para alguém cego, surdo ou tetraplégico.
Os softwares e aparelhos eletronicos são a ferramenta principal do deficiente pois proporciona não somente inclusão digital como também inclusão social esses programas ajudam em absolutamente tudo que o deficiente possa precisar proporcionando conforto e acessibilidade para aqueles ainda marginalizados pela sociedade .
24, 5 milhões de brasileiros possui alguma deficiência física, auditiva, mental, visual ou múltipla (Fonte: IBGE)
38,7% das crianças entre 4 e 6 anos que são portadoras de alguma deficiência não freqüentam a escola (Fonte: IBGE)
500 brasileiros se tornam deficientes todos os dias, seja por acidentes e doenças que deixam seqüelas (Fonte: ONU e OMS)
5.078 universitários de quase 4 milhões de estudantes recenseados em 2003 pelo MEC tinham alguma deficiência
Fonte: http://txt.estado.com.br/suplementos/info/2008/06/16/info-1.93.8.2008061...
LUCIANA
Este blog foi elaborado a partir da iniciativa do professor José Welton ao ministrar a matéria de LetA32 – Leitura de produções da mídia. Nossa proposta inicial é elencar as variedades de temas que perpassem pelas discussões ocorridas em sala de aula, que transitaram em torno das reflexões sobre comunicação, tecnologia, sociedade, política e cultura, os modos de produção da cultura e do conhecimento na sociedade contemporânea, as redefinições e descentramentos.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Vídeos interessantes!
sobre a historia da televisão, sua evolução entre outros assuntos relacionados.:
http://www.youtube.com/watch?v=jQbN2o7hImw
guias básicos para a produção de vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=jQbN2o7hImw
guias básicos para a produção de vídeos:
http://www.revistawindowsvista.com.br/node/610
O homem se retribalizou
Observando as colocações anteriores, pensamos nas afirmações de Antonio Rubim no que diz respeito à "explosão dos meios de comunicação”. Embora voltadas para o meio televisivo, não deixam de apontar para questão de relações sociais, pois, como pontua este autor, a TV retribaliza o homem. O desenvolvimento da linguagem fez com que o homem se organizasse em tribos para se relacionar, mas o advento da escrita fez o ser humano se destribalizar passando a ser um ser mais individual. Contudo, o surgimento da TV retribalizou o homem que voltou a se unir através das imagens. Assim a linguagem saiu do individual e passou a ser universal seduzindo as pessoas. Rubin também traz outro conceito que mostra a importância da mídia: o de "Idade Mídia”, Assim ele relata que houve a época Idade Média e hoje vivemos na "Idade Mídia" que de acordo com o autor, os meios de comunicação, mais precisamente a televisão, estão incorporados à infra-estrutura da sociedade sendo fundamentais para o desenvolvimento, inferindo para o bem ou mal, enfim trazendo transformações às esferas sociais.
PORQUE A GENTE É ASSIM
Um estudo realizado com 8 mil brasileiros de 11 estados e divulgado em outubro de 2010 pelo IBOPE MÍDIA comprova que as redes sociais viraram uma paixão nacional. Em Florianópolis, por exemplo 82% dos entrevistados afirmaram acessar esse tipo de site, e mais da metade (54%) garante se sentir menos solitário quando está conectado. Ainda segundo o Ibope, cada brasileiro que faz uso desse tipo de serviço conta com 273 nomes na sua lista de amigos. Dados do instituto de pesquisas Nielsen assinalam que mais de 75% do 1,7 bilhão de pessoas com acesso à internet no mundo freqüentam as redes sociais.
Afinal, por que, mesmo diante dessa insegurança em relação ao futuro de sua imagem e dados na web ou da possibilidade do uso de informações por empresas ou pessoas de má fé, cada vez mais pessoas escancaram sua vida na net?
Ao buscar explicações para essa exposição excessiva, cientistas e pesquisadores afirmam que estamos vivendo uma era em que parece ser permitida uma expressão mais livre, e que por ser recente, ainda esta desnorteada. " Com um perfil em uma rede social, alcançamos o que, há 15 anos, só era possível para quem aparecia na tv ou nos jornais", diz o sociólogo carioca Andre´Lemos, mestre em política de ciência e tecnologia pela universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutor em sociologia pela universidade de Paris. É o que ele chama de autoexposição. " Temos ferramentas para colocar tudo a vista facilmente, para formar uma identidade visível, o que é bom para criar e reforçar comunidades.
Fonte: Revista GALILEU de Novembro de 2010.
A convergência midiática e o papel da televisão
A televisão é um meio de comunicação que está hoje no centro da vida doméstica como meio de entretenimento e fonte de informação permanente para toda a família, informando adultos e crianças sobre os mais diferente aspectos do mundo que os rodeiam
Os alunos estão mais expostos aos conhecimentos que a televisão proporciona que àqueles advindos da escolaridade ou das relações familiares. Por meio desse recurso eles entram em contato com diferentes conteúdos e encontram estímulos para criar novas relações entre temas já conhecidos. O que vêem vai ganhando sentido, transformando-se em aprendizagens significativas incorporadas à realidade cotidiana.
Permeada por diversas mediações, a relação entre as mídias e as pessoas não ocorre igualmente, cabendo às instituições educativas o fortalecimento desta. O professor, por sua vez, não pode ignorar este fato. Deve, pois, reconhecer e integrar o conteúdo veiculado pela televisão às suas aulas. Programas televisivos podem ser usados para compor a ação pedagógica do professor.
Nesta medida, a televisão, assim como outros recursos tecnológicos, deve ser utilizada como mais uma ferramenta eficiente na construção de conhecimentos. É preciso haver diálogo entre a escola e as mídias, tendo o professor como mediador deste processo.
Exige-se, assim, do professor uma preparação e atualização com intuito de fornecer as ferramentas para motivar o aluno e ajudá-lo a produzir seu conhecimento. O professor, neste contexto, passa a ser de fato um organizador de situações de aprendizagem.
O profissional de educação deve, pois, utilizar as mídias como meio para melhorar a qualidade de ensino. O papel do educador é mostrar ao aluno para que serve o conhecimento, fazendo-o enxergar-se como parte do processo de aprendizado.
Na contemporaneidade, educar implica receber criticamente os meios de comunicação. Para isso, a escola deve utilizar a televisão a seu favor. Por este viés percebe-se que esta pode ser uma forte aliada nos processos educativos.
De qualquer forma, positiva ou negativa, os meios de comunicação socializam e educam as crianças. Contudo, as instituições – família e escola – devem estar preparadas para a utilização pedagógica das mídias, promovendo a leitura eficiente de todas as imagens.
Texto extraído do livro:
ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO
(internet, diversidade cultural e tecnologias do poder)
Organizadores:
Nelson De Luca Pretto
Sérgio Amadeu da Silveira
CURIOSIDADES
O uso da palavra " mídia", trata-se de um aportuguesamento da palavra em inglês mass media. Segundo o dicionário inglês Houaiss a palvara mídia entrou para a língia portuguesa apenas em 1960. Portanto, quando estamos utilizando a palavra mídia, estamos nos referindo á difusão de informação em escala massa.
Mas, o que se entende por massa? utilizando como referência intelectuais brasileiros a refletir sobre o fenõmeno midiático, Gabriel Cohn nos diz: que designa ima coletividade de grande extensão heterogênea quanto á origem sociale geográfica dos seus membros e desestruturados socialmente.
Por Albino Canelas Rubin- Em cultura e Atualidade
A diversidade cultural no processo ensino/aprendizagem.
Cada um de nos é composto de personalidade diferente, vem de um contexto familiar econômico e social distinto e somos dotados de valores e concepções diversas e a atenção à diversidade é indispensável para o desempenho do profissional e respectivamente do aluno, visto que cada pessoa aprende de modo individual, aprende por si de acordo com suas características pessoais.
As experiências vividas desde seu nascimento, a forma como o ser aprende e seu ritmo de aprendizado também influenciam na sua forma de captar o que esta sendo ensinado e é a partir dessas observações que o professor aprende como trabalhar com seus alunos e passa a compreender a diversidade existente entre eles.
Entretanto a interpretação dos processos de aprendizagem não funciona em todos os casos porque o próprio professor não compreende a diversidade ou esquece dessa variação no ato de ensinar e se preocupa apenas em ensinar os conteúdos deixando de lado o foco principal que é dar chance a criança de descobrir o mundo ao seu redor e expor suas idéias.
Quando a criança é respeitada em suas diferenças e limitações ela se sente estimulada a desenvolver se em seu aprendizado, ela respeita o outro, respeita a si mesmo e consegue construir seus conhecimentos por ter tido a oportunidade de ser ele mesmo e construir idéias e conceitos próprios.
Luciana Sandes
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Televisão, manipuladora ou manipulada?
A televisão é um meio comunicacional de massa destinada a um público amplo e heterogêneo, caracterizada por veicular imagens sons e textos de diferentes gêneros. Conforme afirma Martin-Barbero (2001), estes são definidos pelos usos que se fazem deles (usos que são mediados por diversas competências, expectativas e modos próprios de ver do espectador), ainda que exista uma intencionalidade por parte do emissor. Partindo desta análise de Barbero, proponho-me a relatar alguns pontos tratados no texto de Vera França: A TV, a janela e a rua em, onde ela traz a explicação desse título de acordo com o fragmento abaixo:
A antiga metáfora da televisão como janela para o mundo mantém sua pertinência: a janela mostra e esconde, incorpora o dentro e o fora. Ela entra e transforma nossa intimidade doméstica; ela abre para fora e nos dá acesso ao mundo exterior. Mas não é exatamente ‘o mundo’ que passa em frente de uma janela – é a rua, a hibridação confusa e perigosamente instável das ruas (2006:43)
Muitos estudiosos têm desenvolvido severas críticas á televisão, como aponta França em uma análise de Baudrillard: “a televisão é a expressão mais acabada dos meios de massa- veio retirar a palavra de cena pública e eliminar a comunicação”. Outro autor destacado por França – G. Sartori relata o surgimento do homo videns no lugar do homo sapiens, mostrando através dessa afirmação que a televisão provoca mudanças na natureza humana. Diante desses enfoques, observa-se que a TV é vista por vários críticos como alienadora, dominadora e causadora de um empobrecimento cultural.
Contudo, França apresenta a televisão como "um modo operatório singular -uma linguagem que permite experiências múltiplas que serão vividas pelo expectador." A televisão revolucionou os meios de comunicação ao juntar um pouco das características desses, a saber: a fotografia -colocando as imagens desta em movimentos; o cinema- pois a TV diferentemente desta, apresenta uma imagem eletrônica. Ela se auto revolucionou através do avanço da tecnologia - evoluiu de uma baixa qualidade da imagem para a imagem digital, como afirma França: "acoplada aos novos recursos multimídia gera imagens e sons criativos e inusitados”. Com isso, o “receptor” que recebe a produção ofertada pode transformar o “poder ver” em ver como”, o que facilita o seu poder de escolha.
Portanto, os discursos relacionados ao perigo da TV acabam sendo jargões de uma parcela que se acha detentora da verdade. As pessoas têm vontade própria, a TV pode até orientar como afirma França, mas não pode determinar os comportamentos dos receptores. Apesar dela está presente em vários ambientes da casa, a vida privada das pessoas permanece. Pois, estas possuem outras atividades paralelas ao momento da TV: assiste-se conversando; ás vezes o televisor está ligado sem que necessariamente alguém esteja assistindo o que vai, neste caso, atribuir-lhe a função de áudio, entre outras formas de usar a TV sem que necessariamente esteja totalmente ligada a ela. Analisando todas essas questões abordadas á cima verifico que devemos evitar repetir discursos que desqualifica a TV. Pois, o que vemos é que cada vez mais o tespectador é seletivo, crítico e não está condicionado a regulamentos e padronizações que a TV tenta oferecer.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O impacto das novas mídias na sociedade contemporânea
Vivemos numa Sociedade que busca incessantemente a velocidade, prática o imediato.Em síntese, à VELOCIDADE é preciso ser reduntante. Porque de fato, é o que tem se buscado. Diante dessa tendência avassaladora pelo veloz, percebemos o quanto é urgente compreender e criarmos uma estratégia de equilíbrio entre o imediato e o reflexivo.Uma vez que não tem-se como reverter ou barrar o imediatismo.Esta disciplina LETA32 e seu conteúdo extenso e discursivo, possibilitou uma reflexão e uma retomada de consciência ,par observar a forma como as mídias se comportam frente ás questões sociais. Onde a política do espetáculo, é algo prepoderante. O acesso irestrito de notícias, imagens chegam cada vez mais rápido para o telespectador e com esta tem uma influência direta na vida das pessoas. Tudo em tempo real.
As mídias sem excessão, são indispensáveis para integração social sobretudo, enquanto ferramenta informativa. Mas, o que deve-se levar em consideração quando o assunto é transmitir algo de caráter informativo ou que provoque algum tipo de repercussão,faz-se necessário passar essas, por um filtro.
O impacto da mídia na sociedade é tão relevante e tão preciso, que fazem com que as pessoas criem expectativas, exerçam algum tipo de comportamento e até se posicione, de acordo ao que verem ou ouvirem. Obviamente isso vai acontecer um um público específico aqueles que não possuem o senso crítico.
CONVIDO A TODOS OS SEGUIDORES DESSE BLOG, PARA FAZERMOS O REFLEXÃO SOBRE ESSE TEMA TÃO IMPORTANTE.
GRATA!
VERÔNICA OLIVEIRA
domingo, 5 de dezembro de 2010
“EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE” Uma crítica a estrutura escolar
O presente trabalho pretende intensificar questionamentos, com fins de promover debates ativos em torno da estrutura escolar e a prática pedagógica vigente, no sentido de abarcar o maior numero de possibilidades para a inserção de temas transversais na área educacional. O proceso de complexidade do ser e do existir num mundo global caminha em constantes transformações sociais, políticas, econômicas e culturais, estabelecendo assim links de relações possíveis entre cidadania e direitos humanos.
A partir desta reflexão, torna-se pertinente demarcar que as escolas brasileiras ainda investem num modelo tradicional, mecanicista, tecnicista, heteronormativo e em estereótipos, nos quais a divisão social do trabalho será sempre norteada pelas limitações impostas aos padrões preestabelecidos.
É fato que, na maioria das vezes essas normas e padrões são embalados e fomentados pelo pensamento geral docente que ainda se apóia na etimologia dos conceitos básicos que perpassam cotidianamente pela esfera educacional. É nessa perspectiva que os educadores vão se apropriando de termos estanques que são fixados e apreendidos ao longo do processo do fazer pedagógico, levando em conta a assimilação desses termos pelos estudantes, de modo que a idéia de aula é sempre sedimentada como “a lição”, o estudante continua sendo o “sem luz” ou ” cabeça vazia” e o professor ainda se posiciona como dono do saber e empregador primordial do “conhecimento” e também como aquele que professa verdades absolutas e inquestionáveis.
Numa sociedade que vem se moldando cada vez mais nas estruturas tecnológicas e comunicacionais de redes relacionais e tecno-interativas, esses e outros conceitos estanques se esvaziam, na medida em que brota no interior humano o anseio por um ser emancipado de tudo o que venha a travar sua liberdade de ser, pensar e de agir, seja no contexto do processo educativo, seja em todos os contextos da vida humana em sociedade.
Numa análise ainda mais critica da estrutura atual é possível perceber que a existência de um balaio etimológico dos conceitos que circundam o ambiente educacional, têm levado profissionais da educação de um modo geral a ignorarem a existência de uma multiplicidade de sujeitos, de saberes e espaços em rede a serem potencializados. Pesquisadores ativos na área da educação sugerem que é preciso ir além da etimologia dos conceitos para reconfigurar o fazer pedagógico numa escala transversal, onde o objeto da dinâmica político- pedagógica é a pessoa humana, na sua multiplicidade de ser e de estar no mundo.
Os debates atuais em torno do processo educacional trazem à tona a emergência de se contribuir para a afirmação da pessoa enquanto sujeito político de uma diversidade subjetiva, no qual transitam identidades variadas e que estão para além dos conceitos preestabelecidos. Nesse sentido, todo o sistema escolar tem a obrigação moral/ética de assegurar, no processo comunicacional do fazer pedagógico a interação de pensamentos e ações que afirmem e legitimem a existência de identidades multiplas, nas suas várias especificidades relacionadas à gênero, orientação sexual, identidade de gênero, identidades étnicas/raciais e identidades culturais.
Sendo assim, urge a necessidade de se incluir nas pautas dos projetos pedagógicos a percepção e o trato cotidiano com as tecnociências da comunicações que põem em rede um novo modelo de relação, em que a diversidade compartilha espaços de interação, trocas de informações e de experiencias sociaio-culturais de acabam por menosprezar atitudes de preconceito, discriminação ou qualquer tipo de segregação, por motivo da não aceitação do outro.
sábado, 4 de dezembro de 2010
EMERGÊNCIA
As sociedades contemporâneas estão cada vez mais buscando seus avanços através dos recursos tecnológicos oriundos dos grandes processos globalizantes. A globalização a serviço do estreitamento das fronteiras, a tecnologia a serviço da vida e do sujeito com da revolução dos processos de comunicação na a reconfiguração de uma nova ordem simbólica. Há que se pensar as tecnicidades como ferramentas potenciais no desenvolvimento de novas formas de pensar e de agir e do devir. O sujeito moderno passa por processos ecelerados de inclusão, exclusão, exposição, mutilação e mutação da própria natureza. Com isto surge um novo modelo de ser, com identidade mesclada e um jogo de corpo que consegue ultrapassar as várias barreiras impostas por ações bárbaras de um mundo onde o capitalismo inda selvagem tem o controle dos movimentos sociais.
A condição contemporânea do sujeito, ou melhor, o estado contemporâneo do sujeito, está em trânsito com todos os processos de transformações sócio-culturais, políticas, e econômicas da sociedade, uma vez que estas identidades múltiplas interferem, direta ou indiretamente nas demandas e encaminhamentos da política. Esse novo cidadão abre as fronteiras para as auto-narrativas e discurssividades em torno de uma identidade que se concebe coletiva, a fim de que, na esfera pública as vozes que ressoam sejam vozes coletivas em prol de demandas que abarquem algo geral, mas também pontual, estabelecendo justamente a idéia de cidadania, interfaces e inter-relações.
Cíntia Novaes.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Tecnologia e Escola - aprendendo com prazer
Como as tecnologias transformam as linguagens, devem ser vistas como "possibilidade de criação, de pesquisa, de cultura, de reinvenção." A tecnologia na escola além de ser uma ferramenta de inclusão, de ampliação de conhecimentos dentre outros, representa também o dizer o entender o intecionar, como afirma Balloni em seu texto sobre práticas pedagógicas.
O professor tem que sair da redoma em que se encontra para perceber as mudanças no mundo externo à escola. Ele não pode ser o detentor e controlador da verdade. No entanto, não basta somente transformar a escola, mas desenvolver meios que possam modificar e reinventar maneiras de ser em outros âmbitos sociais como, família trabalho, etc. , já que o indivíduo em todo o seu curso de vida está em permanente mudança. O acesso às tecnologias é fundamental, mas também ele precisa ser qualificado. Por isso, é importante que o professor busque um melhor preparo e aprenda a lidar com as ferramentas que a internet disponibiliza, e nessa dinâmica motivem os alunos a buscarem conhecimentos técnologicos. Através deste processo interativo entre professor e aluno o conhecimento seja compartilhado de forma prazerosa.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Assinar:
Comentários (Atom)


